27 de ago de 2015

Resenha - Desafio de leitura

As crônicas de Nárnia

O Sobrinho do Mago


Capa do livro único

Sinopse: Neste livro, Polly e Digory, ao tentarem aventurar-se numa casa vizinha, acabam encontrando uma passagem para uma sala secreta da casa do próprio Digory, onde seu tio fazia experiências com anéis que podiam nos levar para outros mundos.
Polly acaba como cobaia do tio André, e é mandada para o Bosque entre Mundos com os anéis mágicos. Lá encontram um lago que dá passagem para um mundo chamado Charn, onde Digory acha uma placa que motiva pegar um martelo e bater num sino. Digory faz o que a placa diz, e acaba libertando a Feiticeira Branca que logo após vem para o nosso mundo. Depois de muitas trapalhadas com o tio André, Polly e Digory conseguem mandar o tio, a Feiticeira e um cocheiro (juntamente com o seu cavalo) de volta ao Bosque entre Mundos, e em seguida para um mundo vazio, onde Aslam naquele exato momento começara a criar o mundo da Nárnia e os seus animais falantes e não-falantes.



Oi Pessoal, como disse anteriormente, o desafio é ler uma crônica do volume único d'As crônicas de nárnia por mês e na última quinta feira de cada mês vir falar um pouquinho aqui no blog das minhas visões e perspectivas. 


Bom, nesse mês de agosto, eu li a crônica "O sobrinho do mago". Que conta a história de Digory e Polly, duas crianças que se conhecem, e começam a se aventurarem por um túnel que teoricamente permitira a eles passar por todas as casas da vizinhança. Porém, com a ideia de entrar numa casa abandonada, acabam parando no sótão do Tio André (tio de Digory), e as crianças acabam descobrindo que nem tudo é como se imagina.

Tio André é um feiticeiro, e está determinado a descobrir como viajar entre os mundos.Com isso, acaba tornando Polly  uma de suas cobaias e envia a garota para um lugar desconhecido através de um anel mágico. Digory, fica desesperado e Tio Andre dá a ele a única solução: colocar o anel, ir atrás de Polly e voltar com a garota para o mundo em que eles vivem. 

Digory aceita, e quando percebe está em um bosque tranquilo e com alguns lagos ao seu redor. Ao encontrar Polly, eles decidem viajar por outros mundos na esperança de conhecê-los. Porém, nessa aventura, só acabam por libertar uma feiticeira extremamente má e a leva para o mundo real, onde após muitos conflitos, voltam para outro mundo, Polly, Digory, Tio André, a Feiticeira e um cocheiro com seu cavalo.

Ao chegar nesse mundo, escuro, sem luz e sem vida, ficam ali por algum tempo até que algo extremamente inesperado começa a acontecer. Um leão começa a cantar uma música fazendo assim com que o lugar ganhe vida. Animais falam, árvores crescem de uma hora pra outra, e tudo parece em perfeita harmonia. Esse mundo é Nárnia.

É nesse ponto da história que começa a parte mais interessante. No começo, não aconteciam muitas coisas que prendiam o leitor. Porém, com o inicio do mundo de Nárnia, o livro começa a torna-se diferente. 

É engraçado o modo como o autor expõe a criação do mundo, muitas vezes pensei estar lendo alguma coisa que já conhecia. Algo como a criação do nosso mundo. Foi muito interessante a maneira como o autor colocou essa criação. Um leão, que ao cantar dá vida a tudo. Escolhe um homem e uma mulher para dar nome a todas as criaturas e pede para que Digory vá até uma árvore e busque um fruto que não pode ser provado. 

Não é um livro preferido da vida, foi bom saber como deu-se inicio Nárnia e tudo o que vem depois. Como foi que surgiu o guarda-roupa e quem foi o dono da casa na qual ele está. Como surgiu o Leão, a feiticeira, o poste e todas as criaturas de Nárnia.

Se eu tivesse que dar uma nota a esse livro, atribuiria três estrelas e meia, visto que não me prendeu muito no inicio, e no final, quando percebi que estava acabando senti que faltavam poucas páginas para fazer-se possível um fim para a crônica. Porém, isso não me decepcionou e com certeza quero ler o próximo "O leão, a feiticeira e o guarda-roupa".



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